A série Stranger Things vem chamando a atenção do público desde o seu momento de estreia no site de streaming Netflix. Recheada por peculiaridades e elementos originais em sua produção, os créditos de abertura da série não passam despercebidos. É difícil alguém pular a introdução que dura cerca de um minuto antes de cada episódio, e por incitar tamanha curiosidade, o site Vox se perguntou o que é preciso para criar uma sequência de créditos tão convidativa que faz com que os espectadores não queiram pular. 

O site conversou com Michelle Dougherty, diretora criativa do Imaginary Forces, o estúdio que fez a introdução de Stranger Things e que já trabalhou também com outras séries, como Mad Men, Chuck, The Pacific, Jessica Jones, entre outros. De acordo com a diretora de criação, os roteiristas The Duffers Brothers a enviaram capas de livros como referências para a criação da logo da série, como Cats, de Nick Sharman e Carrie e Dead Zone, de Stephen King. Com isso, eles analisaram a tipografia dos títulos das obras e perceberam que todos eles seguiam o mesmo estilo de fonte dos anos 80. O tipo de fonte que acabou ficando foi a “ITC Benguiat”, uma fonte art nouveau criada em 1978 que foi usada na série de livros “Choose Your Own Adventures” e até mesmo em um álbum de 1987 da banda The Smiths. 

Para dar um ar retrô à peça, os estúdios fizeram um processo à moda antiga: imprimiram o logo da série e fizeram testes de câmera para ver o que acontecia quando a luz passava através da folha de filme. Usando essas tomadas de câmera como referências, eles animaram a sequência digitalmente. 

Assista o vídeo na íntegra produzido pelo site:


Fonte: Vox




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